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Nossas Publicações

Imagem: Parque Nacional da Serra da Bocaina / Crédito: André Sumida

O Semeia acredita que áreas protegidas, como por exemplo os parques, podem ser fontes de riqueza para o país, contribuindo para a geração de oportunidades de lazer, emprego, renda e bem-estar para a população

Estudos

Conteúdos Técnicos

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Parques&Sociedade #17
EIXO: Conservação

São enormes os desafios que o Brasil e o mundo enfrentam atualmente na agenda ambiental. Muito se fala também sobre a necessidade de discutir meio ambiente e sua relação com o desenvolvimento humano, econômico e social, dentro de uma perspectiva que não envolva somente os ambientalistas, mas todos os setores da sociedade. O Manifesto de Marselha, cuja versão em português compõe esta edição de Parques&Sociedade, consolida mensagens- chave de relevância global que foram capturadas durante as atividades da última edição do Congresso Mundial de Conservação da UICN (União Internacional para Conservação da Natureza), realizado em setembro (2021) na França. Inclui, ainda, compromissos e anúncios notáveis que surgiram a partir das atividades realizadas durante o Congresso. Tudo isso com foco na recuperação pós-Covid, crise da biodiversidade e emergência climática – temas de grande importância, especialmente quando abordados de maneira integrada.

O Congresso Mundial de Conservação da UICN realizado recentemente na França, é uma das mais importantes iniciativas a caminhar nesta direção. O evento tradicionalmente reúne uma variedade de partes interessadas, as quais são estimuladas a colocar de lado as diferenças e trabalhar colaborativamente para criar uma boa governança ambiental, capaz de representar e engajar todos os atores sociais em processos onde se compartilha tanto as responsabilidades quanto os benefícios da conservação.

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Parques tamanho família: Um novo olhar sobre a infância nas Unidades de Conservação do Brasil

Em um mundo cada vez mais urbanizado, o desafio de reconectar sociedade e natureza se torna uma demanda urgente. No Brasil, a taxa de urbanização saltou de 45% em 1960 para 85% nos dias atuais. Os impactos desse distanciamento entre homem e natureza têm chamado a atenção sob vários aspectos, e os efeitos nocivos às crianças talvez sejam um dos mais alarmantes. Os parques e áreas protegidas podem desempenhar um importante papel nesse processo de ajudar as nossas crianças a experimentarem a vida longe das cidades, da poluição, dos ruídos e das telas. Contudo, nem sempre estão preparados para recebê-las da forma mais adequada. Esta publicação aborda justamente alguns dos caminhos possíveis para tornar o uso público e a visitação mais inclusivos, interessantes e convidativos para as crianças, colaborando com o “desemparedamento da infância” e com a criação de um novo olhar sobre a infância dentro das nossas unidades de conservação.

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Parques&Sociedade #16
EIXO: Saúde e bem-estar

Os efeitos das mudanças climáticas têm se tornado visíveis em todo o mundo, sendo a elevação das temperaturas um dos mais amplamente sentidos. Embora afetem todos os espaços, com as mais variadas características, tais consequências são percebidas de forma mais intensificada nos grandes centros urbanos, que se tornam cada vez mais quentes.

Nesse sentido, é importante lembrar que os parques e áreas verdes não apenas embelezam a paisagem urbana e contribuem para a saúde das pessoas, mas que também contribuem diretamente para a regulação climática – afinal, influenciam no aumento da umidade do ar e na diminuição das temperaturas.

É o que evidencia o estudo realizado no Parque del Retiro, em Madrid (Espanha), onde se constatou que, ao contribuir para a redução da temperatura em seus arredores e aumentar o conforto climático, um parque urbano influencia ainda o bem-estar fisiológico e psicológico da população que vive ou trabalha na região.

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Parques&Sociedade #15
EIXO: Turismo

Compreender os interesses e o grau de satisfação dos visitantes de parques é fundamental para o fortalecimento da gestão e da visitação desses espaços, além da ampliação do apoio social às ações para conservação da biodiversidade. Com a intensificação do uso das mídias sociais, os dados compartilhados nessas plataformas podem funcionar como ferramenta complementar para mapear a percepção das pessoas sobre os parques e suas experiências recreativas na natureza. É o que fizeram os autores, a partir da análise de sentimentos realizada em postagens feitas por visitantes de quatro parques nacionais da África do Sul. Observou-se, entre outras coisas, que o aspecto mais utilizado para descrever experiências foi a valorização da natureza e de atrativos, incluindo espécies, paisagens, praia, oceano, além de ideias e imagens gerais de natureza.

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Parques&Sociedade #14
EIXO: Turismo

Muito embora a pandemia tenha lançado luz sobre os benefícios do contato com a natureza para a saúde e o bem-estar, ela também limitou ou impediu a visitação nos parques, impactando, diretamente, o interesse das pessoas por esses espaços – calculado, aqui, a partir do volume de buscas ativas na internet por informações sobre parques nacionais de vários países do mundo.

Esta edição de Parques&Sociedade explora exatamente a relação entre visitação e interesse pelos parques, evidenciando a importância de um contato próximo com essas áreas para se evitar situações de vulnerabilidade e garantir que a sociedade se mantenha interessada e engajada em conhecer e defender esses espaços.

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Parques&Sociedade #13
EIXO: Saúde e bem-estar

Embora no último século a população mundial tenha experimentado melhora significante na saúde física, cresce consideravelmente o número de pessoas enfrentando ansiedade, depressão e outras dificuldades emocionais. E o contexto imposto pela pandemia de Covid-19 apenas acentua esse cenário. Por outro lado, há muito tempo é sabido que o contato e a conexão com a natureza têm um potencial enorme para equilibrar nosso bem-estar físico e mental. A partir disso, esta edição de Parques&Sociedade lança luz sobre os efeitos positivos gerados pelos banhos de floresta (em japonês, Shinrin-Yoku), por meio de uma revisão bibliográfica que avaliou a aplicação da técnica para a saúde mental.

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Parques&Sociedade #12
EIXO: Conservação

Esta edição especial de Parques&Sociedade traz um balanço global da conservação da biodiversidade na última década, além das perspectivas dessa agenda para os próximos anos. A partir da avaliação do cumprimento das 20 Metas de Aichi entre 2011 e 2020, são elaboradas algumas lições aprendidas desse processo. E, com base nisso, uma série de orientações estratégicas para a reversão do cenário atual de degradação da biodiversidade são apresentadas, tendo em vista o período pós-2020 até o ano de 2050, data definida pela Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB) para atingir o cumprimento da “Visão 2050 - Viver em harmonia com a natureza”. O artigo é baseado nas informações do Sumário para Formuladores de Políticas Públicas, da 5ª edição do Panorama da Biodiversidade Global, produzida pela CDB.

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Parques&Sociedade #11
EIXO: Desenvolvimento Econômico

A pandemia da Covid-19 tem lançado luz sobre um tema importante da agenda urbana: a necessidade de se pensar formas para facilitar o acesso e a implementação de praças, jardins, parques e áreas verdes nas cidades. Nesse sentido, esta edição de Parques&Sociedade traz um estudo que investiga como o contexto de pandemia pode abrir oportunidades para que a infraestrutura verde seja considerada nas tomadas de decisões relacionadas ao planejamento e gestão dos centros urbanos. A partir de análises baseadas em políticas e experiências ocorridas no Reino Unido, os autores constroem cinco recomendações para que os espaços verdes sejam vistos pelos gestores públicos como essenciais para o desenvolvimento urbano e a promoção da saúde pública.

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Parques&Sociedade #10
EIXO: Turismo

Quais são as relações entre conservação da biodiversidade e turismo de natureza realizado em áreas protegidas (APs)? Para refletir sobre o assunto, esta edição de Parques&Sociedade traz um estudo que analisa essa interface e investiga, no âmbito mundial, como algumas características das APs, como tamanho e proximidade de centros urbanos, e questões do seu entorno, também podem influenciar a atratividade do turismo nesses territórios. A partir da categorização de indicadores de biodiversidade e turismo de natureza levantados nas APs pesquisadas, o artigo lança luz sobre questões que podem ajudar as equipes gestoras na criação de estratégias para atrair mais visitantes a esses espaços.

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Parques&Sociedade #9
EIXO: Engajamento da sociedade

Um dos papeis exercidos pelos parques e demais áreas verdes urbanas diz respeito à promoção da coesão social. Nesse sentido, esta edição de Parques&Sociedade traz um estudo que busca compreender como essas áreas podem fomentar relações sociais e como os ambientes e as estruturas disponíveis nesses espaços também influenciam na geração de interações entre as pessoas. A partir do uso de métodos quantitativos e qualitativos de pesquisa aplicados junto à frequentadores de um parque urbano da China, o estudo lança luz sobre a relevância das áreas verdes urbanas para o convívio social e a importância de considerar esse fator nas etapas de planejamento e implementação desses espaços.

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Parques&Sociedade #8
EIXO: Conservação

Os parques e demais áreas verdes urbanas fornecem uma série de serviços ecossistêmicos (SE) indispensáveis à saúde e bem-estar das pessoas. Nesse sentido, torna-se fundamental que as equipes gestoras desses espaços tenham instrumentos que permitam avaliar os serviços ecossistêmicos disponíveis em áreas verdes urbanas e, a partir disso, elaborar ações de aprimoramento desses recursos naturais. Para apoiar nesta missão, esta edição de Parques&Sociedade traz um estudo brasileiro que propõe uma abordagem metodológica para auxiliar no diagnóstico dos serviços ecossistêmicos (SE) prestados pelos parques urbanos, denominado Índice de Serviços Ecossistêmicos para Áreas Verdes (ISEAV).

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Parques&Sociedade #7
EIXO: Desenvolvimento Econômico

Um dos benefícios decorrentes da existência de UCs nas cidades está relacionado à compensação financeira prevista em algumas políticas públicas regulatórias, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Ecológicos, conhecido como ICMS-E. Para abordar esse assunto, esta edição de Parques&Sociedade traz um estudo que visa exemplificar como a administração dos municípios pode receber recursos financeiros devido à presença de UCs em seus limites territoriais, especificamente por meio do ICMS-E, além de abordar como a regulamentação desse tributo pode ter incentivado a criação e implementação de UCs municipais. Assim, espera-se contribuir para que gestores públicos municipais compreendam e considerem as UCs em suas estratégias de gestão.

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Parques&Sociedade #6
EIXO: Saúde e bem-estar

Como as áreas verdes urbanas impactam na saúde e no bem-estar das cidades? Para refletir sobre o assunto, esta edição de Parques&Sociedade traz um estudo baseado em uma revisão bibliográfica constituída por trabalhos deste tema realizados na América, Ásia, Europa e Austrália. A partir da classificação desses materiais, o estudo apresenta um mapeamento relevante dos efeitos que as áreas verdes urbanas exercem sobre diversos aspectos relacionados à qualidade de vida nas metrópoles, como fatores de clima, promoção da saúde e coesão social. Com isso, espera-se que este estudo possa inspirar políticas municipais voltadas para o aumento e a qualificação dos espaços verdes nas cidades.

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Parques&Sociedade #5
EIXO: Engajamento da sociedade

Para refletir como as atividades desenvolvidas em ambientes naturais podem estimular a conexão das infâncias com a natureza, esta edição de Parques&Sociedade traz um estudo que propõe um modelo conceitual de avaliação das experiências de crianças em meio às áreas verdes. O instrumento permite identificar, dentre outros aspectos, as habilidades e os aprendizados adquiridos pelas crianças a partir dessas interações. A produção desta edição contou ainda com o apoio do programa Criança e Natureza, realizado pelo Instituto Alana.

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Parques&Sociedade #4
EIXO: Conservação

A natureza é a principal provedora de uma série de benefícios indispensáveis para a vida humana, denominados de “serviços ecossistêmicos”. Nesta edição de Parques&Sociedade, apresentamos um estudo que aborda os conceitos, a importância e algumas recomendações de aplicação da perspectiva dos serviços ecossistêmicos na gestão das unidades de conservação (UCs). Esta abordagem pode ajudar a compreender e fortalecer o papel dessas áreas na sociedade, principalmente no contexto de pós-pandemia.

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Parques&Sociedade #2
EIXO: Turismo

A pandemia de Covid-19 trouxe diferentes desafios à gestão e uso dos parques e para apoiar governos e gestores dessas áreas no retorno gradual e seguro da visitação junto a esses locais, esta edição de Parques&Sociedade traz um mapeamento de experiências internacionais de reabertura dos parques no contexto da Covid-19. No artigo, são apresentadas as principais diretrizes e medidas adotadas em dez países, de diferentes continentes, no processo de retomada das atividades nesses espaços.

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Parques&Sociedade #3
EIXO: Saúde e bem-estar

Para ajudar a compreender as relações entre natureza e saúde mental, esta edição de Parques&Sociedade traz um estudo que propõe um modelo conceitual para interpretar os benefícios oferecidos pelos serviços ecossistêmicos à qualidade de vida das pessoas. A ideia é que o modelo inspire agentes públicos, privados e representantes da sociedade civil na construção das soluções que terão que implementar para enfrentar os desafios de adaptação pós-pandemia.

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Parques&Sociedade #1
EIXO: Desenvolvimento Econômico

Parques&Sociedade é uma série de conteúdo lançada pelo Semeia com o objetivo de compartilhar informações relevantes e boas práticas relacionadas aos parques urbanos e naturais, além de outras áreas verdes, para que as pessoas conheçam os seus benefícios. Nesta edição, trazemos uma análise dos principais resultados de uma pesquisa internacional sobre a influência das unidades de conservação na qualidade de vida e no bem-estar das comunidades do seu entorno, em países em desenvolvimento.

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Parcerias para a Gestão de Parques: Três estudos de caso da África | 2019

Esta publicação apresenta estudos de caso de parcerias entre os setores público e privado para a gestão e promoção de atividades de turismo em três parques nacionais da África: Kruger e Table Mountain, na África do Sul, e Akagera, em Ruanda. Em cada caso, busca-se entender, além das características de cada parque, o modelo de parceria público-privada implementado, detalhando, sempre que possível, o escopo dos contratos vigentes, o tempo de vigência, a natureza dos parceiros privados, o método adotado para sua seleção, o nível de investimento requerido, a sustentabilidade financeira, a alocação de riscos, os mecanismos de governança e de fiscalização, o impacto gerado para a conservação da natureza e a geração de oportunidades para comunidades locais.

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Priorização de Parques para Projetos de Parceria | 2021

Pré-avaliação, estruturação, licitação, gestão contratual - essas são as etapas que compõem a estruturação de um projeto de parceria entre governo e setor privado. No caso dos parques, a fase de pré-avaliação é aquela na qual se avalia a viabilidade de aprimoramento da gestão por meio de instrumentos que envolvam a iniciativa privada. Ela é uma etapa fundamental para todo o ciclo de vida dos projetos, e requer uma análise minuciosa das potencialidades dos parques elegíveis e da disponibilidade de recursos humanos e financeiros no órgão gestor.

Esta publicação apresenta metodologias para a realização dessa análise, oferecendo ferramentas de caráter prático, de modo a apoiar governos no processo de priorização dos parques que irão compor suas carteiras de projetos de parceria, permitindo uma seleção mais objetiva e alinhada às particularidades de contexto.

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Parques e Terceiro Setor: Parcerias para o Fortalecimento da Gestão | 2021

Para cada parque, considerando suas particularidades e as de seu entorno, pode haver um ou mais modelos de parceria para o aprimoramento da gestão e o fortalecimento de suas funções sociais e ambientais. Este guia objetiva auxiliar gestores públicos a estruturar, implementar e gerir parcerias com o terceiro setor para a gestão de parques urbanos e naturais, disseminando conhecimento técnico e prático sobre o tema, além de desmistificar a complexidade da legislação. O material apresenta as diferentes formas de parcerias, comparando-as entre si e permitindo uma compreensão de quando cada modelo se mostra mais adequado, de acordo com o contexto e as especificidades de cada parque. Considerando que o termo de colaboração, previsto pelo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), é a modalidade mais amplamente recomendada, a publicação se concentra em apresentar esse instrumento de forma mais aprofundada, com recomendações práticas relacionadas a planejamento, estruturação, seleção, gestão e avaliação de parcerias estabelecidas dentro desse modelo.

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Diagnóstico do Uso Público em Parques Brasileiros: A Perspectiva da Gestão | 2021

Em sua 5ª edição, a pesquisa Diagnóstico do Uso Público em Parques Brasileiros: A Perspectiva da Gestão traça um raio-X da realidade dessas áreas a partir da percepção dos profissionais que atuam no cotidiano desses espaços. Este ano, o estudo contou com a participação de 370 parques naturais das três esferas governamentais, presentes em todos os biomas e regiões do Brasil. Os resultados são apresentados a partir de sete eixos de análises, passando pelo perfil dos respondentes, caracterização dos parques, instrumentos de gestão, componentes financeiros, mapeamento das partes interessadas, aspectos relacionados à visitação, e percepção dos respondentes sobre a gestão de contratos e parcerias.

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Ensaio Editorial Covid-19 e Áreas Protegidas e Conservadas | 2020

A partir de uma análise dos impactos e desafios que as áreas protegidas devem enfrentar durante a crise gerada pelo coronavírus, o Ensaio Editorial apresenta como esses espaços podem fazer parte de uma resposta global à pandemia e lança uma chamada à toda a sociedade para agir em prol da recuperação e expansão das áreas protegidas pelo mundo. O material é uma tradução do artigo originalmente publicado na revista Parks Journal, assinado por diversos especialistas do mundo, e contou com a parceria entre Semeia e Coalizão Pró-UC para o lançamento da versão traduzida.

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Guia para visitação em áreas protegidas no contexto da Covid-19 – 2ª edição | 2020

A segunda edição do Guia para visitação em áreas protegidas no contexto da Covid-19 - Orientações para os gestores de parques urbanos e unidades de conservação traz atualizações de protocolos e diretrizes, além de boas práticas e exemplos que podem ajudar equipes gestoras no planejamento e na implementação de medidas de saúde e segurança relacionadas ao comportamento do público, às atividades e usos, à operação e comunicação nos parques e demais áreas protegidas brasileiras durante a pandemia. A nova edição conta ainda com um conteúdo dedicado ao Turismo de Base Comunitária no contexto da Covid-19.

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Parques para Todas e Todos | 2020

“Parques para Todas e Todos - Sugestões para a implantação de parques urbanos com perspectiva de gênero" é uma ferramenta para inspirar a construção de espaços mais diversos a partir da inserção da perspectiva de gênero em parques urbanos. Nesta publicação podem ser encontradas diretrizes, sugestões e ideias para que gestoras e gestores públicos possam pensar e fomentar iniciativas em parques que considerem as necessidades de todas e todos. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS) e o Instituto Semeia, apoiada por ONU Mulheres e UNAIDS.

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Parques do Brasil: Percepções da População | 2020

“Parques do Brasil: Percepções da População” é uma série de estudos realizados pelo Semeia que visa mapear e apresentar as percepções dos brasileiros residentes em regiões metropolitanas do país acerca de seus conhecimentos e experiências sobre os parques brasileiros, além dos modelos de gestão desses espaços.

A segunda edição do estudo, lançada em março de 2020, contou com a participação de 1.198 pessoas das regiões metropolitanas de Brasília, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. As análises dos dados consideraram as três dimensões que compõem o relatório: preocupações cotidianas e com políticas públicas, percepção sobre parques e adoção de novos modelos de gestão dessas áreas. O levantamento traz ainda novos componentes de análise, como a percepção das pessoas sobre a imagem dos parques do país.

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Guia Prático de Parcerias em Parques | 2019

Como estruturar uma parceria público-privada para a implantação, renovação e manutenção da infraestrutura dos parques brasileiros? Quais os passos necessários? Que documentos produzir?

Este Guia apresenta os princípios básicos de projetos de parceria entre governos e entidades privadas com foco na gestão dos parques. São apresentados desde referências para contextualizar os documentos necessários e as diferentes formas de desenvolvê-los, até o processo de estruturação e licitação das parcerias. Com esta publicação o leitor será capaz de entender de forma prática como conduzir e implementar projetos dessa natureza.

Buscamos, a partir da consolidação de melhores práticas identificadas no mercado de concessões e nos projetos já realizados no país, consolidar os principais documentos técnicos relacionados a concessões de parques naturais. São modelos de edital, contrato, termo de referência para contratação de consultores, sistema de mensuração de desempenho, caderno de encargos, entre outros.

Para acessá-los, envie um e-mail para [email protected] com o assunto “Guia Prático - Concessões em Parques Naturais”.

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Diretrizes para parcerias e concessões para o turismo em áreas protegidas | 2019

Com abrangência e profundidade, as diretrizes apresentadas nesta publicação lançam mão de experiências acumuladas em países com maior maturidade no tema e podem ser uma grande contribuição para reforçar o papel das parcerias como indutores de políticas públicas no Brasil, criando condições para que os parques brasileiros cumpram cada vez mais seu papel de promotores da conservação e de desenvolvimento socioeconômico.

Versão em português para os “Guidelines for tourism partnerships and concessions for protected areas: Generating sustainable revenues for conservation and development”, apresenta desde princípios e processos para o estabelecimento de parcerias e concessões para o turismo até boas práticas para gestão de contratos e monitoramento de desempenho.

*Esta publicação faz parte de um projeto intitulado “Parcerias e concessões para o turismo em áreas protegidas: cooperação para o sucesso”, e foi realizada em nome do Secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) pelo Grupo de Especialistas em Turismo e Áreas Protegidas (Grupo TAPAS) da Comissão Mundial de Áreas Protegidas (WCPA) da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). A iniciativa foi financiada pelo Ministério do Meio Ambiente da Alemanha e pelo governo da República da Coreia, por meio da Iniciativa Bio-Bridge. Download
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Modelos jurídicos aplicados à gestão de parques urbanos

Produzido em parceria com o Centro de Pesquisa em Direito e Economia (CPDE) da FGV Direito Rio, este relatório apresenta uma análise sobre as modelagens possíveis e já em uso na gestão de parques urbanos brasileiros. O objetivo é subsidiar gestores municipais com informações sobre diferentes possibilidades de gestão e financiamento desses espaços.

Diferentes modelos de parcerias sem fins lucrativos foram estudados em quatro casos brasileiros: Parque Burle Marx, Parque do Povo e Parque Lina Raia, na cidade de São Paulo, e Parque Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Foram avaliadas as seguintes dimensões: legislação incidente, termos das parcerias existentes, modelagens adotadas e custeio da gestão. Além disso, o estudo sintetiza os elementos que o gestor público municipal deve considerar na tomada de decisão sobre parcerias.

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Quanto vale o verde: A importância das unidades de conservação brasileiras

Quais benefícios e oportunidades econômicas as Unidades de Conservação (UCs) trazem ao Brasil? A partir de uma avaliação dos ganhos econômicos diretos e indiretos decorrentes de atividades como o extrativismo florestal e pesqueiro, o turismo e o uso público, a proteção dos estoques de carbono, o uso dos recursos hídricos para geração de energia elétrica e a geração de transferências orçamentarias a municípios via ICMS ecológico, este livro, financiado pela Coalizão Pró-UC, demonstra que investir em conservação apresenta uma elevada relação benefício-custo e investir na melhoria e ampliação das UCs é uma forma de obter retornos econômicos e sociais bastante superiores aos valores alocados.

Em um país megadiverso e cuja economia é diretamente dependente da natureza, é fundamental que o ativo ambiental protegido por essas áreas seja reconhecido.

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Diagnóstico do Uso Público em Parques Brasileiros: A Perspectiva dos Gestores | 2019

A quarta edição da pesquisa “Diagnóstico do Uso Público em Parques Brasileiros: A Perspectiva dos Gestores” 2019 tem como objetivo mapear a situação dos parques brasileiros, a partir da percepção dos profissionais que atuam cotidianamente na gestão dessas áreas.

A pesquisa analisou dados considerando as dimensões, que compõem o relatório: perfil do gestor, perfil dos parques, gestão, partes interessadas e uso público. Foram coletadas 266 respostas válidas de parques nacionais, estaduais e municipais, de todos os biomas, cobrindo todas as regiões do país e 23 estados.

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Parques do Brasil Percepções da População 2018

Qual o espaço que a reflexão sobre os temas ligados aos parques do Brasil ocupa na agenda da população? Qual o conhecimento e a experiência da população com parques? Qual a percepção que se tem sobre os modelos de gestão (público x privado) de parques? Para responder a essas questões foi realizada uma pesquisa quantitativa, com questionário estruturado aplicado a 815 pessoas de seis regiões metropolitanas do Brasil.

Este estudo aponta que a discussão sobre parques em geral, e urbanos em particular, tem relevância e demanda um espaço maior na discussão da agenda pública. Com presença e impactos cotidianos na vida da população, esses temas precisam se desenvolver concomitantemente a outras agendas urgentes, como segurança e saúde. Os parques podem representar para a população a face do poder público que lida não apenas com problemas e carências, mas que se preocupa com o lazer, fruição e prazer dos cidadãos.

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Diagnóstico do Uso Público em Parques Brasileiros: A Perspectiva Dos Gestores | Pesquisa 2015

A terceira edição do estudo “Diagnóstico do Uso Público em Parques Brasileiros: A Perspectiva dos Gestores” foi idealizada para mapear a situação do uso público nos parques brasileiros, a partir da percepção dos profissionais que atuam cotidianamente na gestão dessas áreas.

O estudo analisou dados a partir de sete dimensões, que compõem o relatório: visitação, acesso, planejamento e gestão, monitoramento e regulação, recursos financeiros associados ao uso público, parcerias e terceirizações e condições de trabalho. Foram coletadas 187 respostas válidas, cobrindo todas as regiões do país e 24 estados.

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Turismo Favorecendo a Biodiversidade

Publicado originalmente em inglês* pela Conservação para Diversidade Biológica (CDB), este manual fornece estratégias e melhores práticas para a elaboração e implementação de planejamentos de turismo que garantam o menor impacto ambiental possível.

A finalidade é ajudar planejadores, empreendedores, gestores e tomadores de decisão a integrar o desenvolvimento do turismo sustentável com os serviços ecossistêmicos e os cuidados com a biodiversidade.

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Modelos de Gestão Aplicáveis às Unidades de Conservação do Brasil

Este estudo foi concebido para mapear e analisar os modelos institucionais disponíveis no Brasil para a aplicação em unidades de conservação (UC), identificando pontos fortes e fracos de cada alternativa, além de aspectos críticos e principais obstáculos para sua utilização.

No estudo, abordamos preliminarmente diferentes modelos de gestão estatais diretos e indiretos, e também modelos de gestão não estatais, como parcerias com estruturas do terceiro setor (Oscips, OS, ONGs e entidades privadas colaborativas) e modelos de concessões prestacionais e não prestacionais.

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Gestores e Unidades de Conservação: Perspectivas | Pesquisa 2013

Idealizada para mapear a situação do uso público nas unidades de conservação (UC) brasileiras, esta pesquisa traz a percepção dos profissionais que atuam cotidianamente na gestão dessas áreas, os gestores.

Com dados referentes ao ano de 2012, os resultados foram analisados e a partir de quatro dimensões: visitação, geração de receita, políticas públicas e condições de trabalho. A amostra foi composta por 201 respondentes, das cinco regiões geográficas, distribuídos entre 21 estados e o Distrito Federal.

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Unidades de Conservação no Brasil: A contribuição do uso público para o desenvolvimento socioeconômico

Sabemos que o Brasil deixa de gerar recursos para as unidades de conservação ao não aproveitar eficientemente o potencial de uso público desses espaços.

Esta publicação dimensiona a ordem de grandeza desta perda e traz estudos de casos internacionais que mostram que os problemas são similares e evidenciam que as soluções passam pela adoção de novos modelos de gestão.

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Parques Brasil